sábado, 28 de fevereiro de 2015

Os muitos tons do inconsciente

O muitos tons do inconsciente! As experiências primárias da vida de uma pessoa deixam um registro no inconsciente de todos. O amor e/ou o desamor tem início na dupla mamãe-bebê. As experiências afetivas dos primeiros anos formam a matriz do modo de se relacionar direcionando toda a vida amorosa dos adultos. Um sujeito que carrega no corpo marcas de um registro de violência sofrida em seus primeiros anos, reimprime o retrato das feridas em sua alma. Não permitindo que sejam tocadas. Tocar seu corpo é como colocar o dedo nessas feridas fazendo-o sangrar e reviver uma dor intensa. Este mesmo homem não pode se livrar delas assim como não pode apagar sua história de abuso, de privação, de maus tratos e de desamparo. Ele vai criando ao longo da vida adulta meios de apenas comunicar sua tristeza como defesa frente ao sofrimento e à baixa autoestima, processos psíquicos inconscientes complexos. Existir para alguém é ocupar um lugar especial na vida de uma pessoa e no mundo – uma necessidade humana importante. Esse desejo se potencializa naqueles que tiveram esse tipo de falha em suas primeiras vivências. O desejo passa a ser então o de ter um olhar dedicado, com sintonia e sonho – uma nova edição – tal como uma boa mãe devotada ao seu bebê. A experiência de continuidade e a empatia de entre duas pessoas que sofreram privação de afeto os ao encontro das necessidades físicas e emocionais um no outro, reparando certos danos que sofreram no passado. Não é novidade para ninguém que os relacionamentos amorosos são complexos e todos os encontros inéditos. Os comportamentos sádicos e masoquistas, entre outros tipos de perversão, fazem parte do imaginário coletivo. Aqueles que desconhecem esses seus impulsos naturais podem desenvolver patologias neuróticas por vezes bastante dramáticas. Relações amorosas não seguem uma cartilha, não se encaixam em padrões normativos e julgamentos morais limitam a nossa compreensão. As pessoas que se arriscam encontram maneiras próprias de conviver com seus desejos contraditórios, com o prazer e a dor.Conhecer os próprios impulsos não é sinônimo de sair por aí maltratando, machucando e violentando verbalmente e fisicamente ninguém. Mas poder sentir-se livre da culpa gerada pelas fantasias que perturbam muita gente. É aceitar a condição humana composta não apenas de sentimentos e pensamentos nobres, bondosos e generosos. Claro que eles também existem. E na maioria dos casos predominam. Entretanto, impulsos de vida e de morte coexistem e não são fáceis de serem administrados individualmente e nem na relação com o outro. Portanto, não há de se esperar que os relacionamentos transcorram de forma linear. São dinâmicos cheios de curvas, atalhos e por vezes, abismos, destoando da paz paralisante de uma estrada reta que muitos gostariam de encontrar. Diante desses termos 50 tons, perturba e atrai por revelar tais contradições. As pessoas se identificam nas vivências de amor, de desamor e podem se remeter à própria história – já que não existe um ser humano sem a sua história. (adaptado S Y Tere) MTI

domingo, 22 de junho de 2014

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Bem Que Se Quis

Aquele gosto ficou, por assim dizer, no finalzinho da boca, aonde a língua toca o amargo. Mas atenção: sabor e gosto são facilmente confundidos, eu falo de gosto não de sabor. Se eu fosse falar de sabor teria que misturar o paladar e o olfato. No quesito, olfato, sou ótima, memória olfativa impecável, já no paladar não sou tão boa e erro a mão na maioria das vezes. Voltando ao gosto, a prova passou pela ponta da língua, atravessou toda boca e parou, como uma tragada daquelas que a fumaça paira sobre a boca mas não chega aos pulmões, você expulsa antes. O grande efeito maléfico disso é que fico tentando sentir o mesmo gosto e não consigo o amargo insiste em permanecer no final. Lamentável.
Em pensar que os lábios tocaram,
a língua explorou, mas não houve saliva suficiente para difundir o gosto todo e me dar o prazer do paladar satisfeito, completo, temperado, apimentado. Que falta faz um tantinho de saliva, teria conseguido engolir, mas à seco... não deu
O pézinho RN hoje calça 41, daquele bebezinho de 06/06/1999 a manchinha na testa continua a mesma, do mais... quanta diferença. O menino cresceu,em graça e sabedoria, inundando nosso coração de amor e de orgulho. A cada dia provamos do Amor de Deus em sua vida, é o Senhor quem o guarda, o protege e derrama sobre sua vida as mais ricas bênçãos.Seu sorriso, sua alegria enche a nossa vida de emoção, e nós somos completamente apaixonados por ele! Felicidades, nós te amamos "do tamanho do infinito" 
Não curto Futebol, não torço pra nenhum time, não assisto jogo da Seleção Brasileira. Em razão da animação das crianças, aqui em casa eu fiz uma pequena decoração, eles ficaram felizes e isso importa para mim. Agora tem uma coisa que curto. Eu curto ser Brasileira e sou com muito orgulho mas meus olhos não estão fechados, ao contrário, estão bem abertos... VAI TER COPA, o Brasil do Felipão vai entrar em campo, quiçá sagrar-se campeão. Mas em outubro, nas urnas, será a minha vez, será o meu Brasil. Nas urnas "falarei" de meu descontentamento, de minha frustração, revolta e vergonha diante de tanto descaso político para com o meu Brasil. Aos que curtem futebol todo meu respeito, aos que amam o Brasil toda minha reverência, a gente se vê em outubro
Da Série Histórias da Juju:
Juju foi na Festa Junina e na pescaria pescou o brinquedo que ela mais queria "na vida inteira" um ioiô!!!!! Pescaria feita, ioiô ganho...agora seria preciso aprender a brincar, OK! o papai que sabe tudo, ensinou...
Chegamos em casa e o ioiô não resistiu às inúmeras quedas e batidas no chão... quebrou.... Daí começamos a História:
Juju já com os olhos cheios de lágrimas:
-Papai, quebrou, conserta pra mim?
- Mas Juju quebrou mesmo, não tem como consertar... tah muito quebrado, não vai dar..., disse o papai sabe tudo #sqn
Cai a primeira lágrima da Juju...
_ Mas papai, (caem muitas lágrimas) você conserta tudo, você sempre sabe consertar tudo. A lâmpada quebra você conserta, a cama do Daniel quebra, você conserta, o seu computador quebrou, você consertou rapidinho, até a máquina da mamãe lavar roupa você sabe consertar. Você sabe consertar meu ioiô!!!!!
Agora é o papai com os olhos cheios de lágrima....
- Tah bom Juju o papai vai dar um jeito, deixa aqui que eu vou ver, preciso da minha caixa de ferramentas, vai dar muito trabalho, acho que não vou conseguir entregar hoje, você pode esperar até amanhã?
- Eu disse que você sabia consertar! eu falei!, disse Juju secando as lágrimas e saindo contente, na certeza que tem um papai herói que conserta de tudo até ioiô do 1,99

domingo, 18 de maio de 2014


Da Série Diálogos com a Juju (18/05/2014 _ 6h)

_Bom Dia mãe!, Bom Dia Pai!
Nossa, mãe, sabe, eu tenho um monte de filho, tenho 40 filhos. Mas tem 2, o Viscondi e a Laia... eles me dão muito trabalho.
Eles vivem brigando, e tudo que eu faço eles reclamam, na escola a diretora já disse que eles estão ter-rí-veis...
_ Nossa filha, é mesmo?
_ è mesmo, não sei o que fazer, eles estão me deixando muito triste, o pior é que eu tenho que ficar com eles até eles ficarem velhinhos e morrerem porque não pode devolver filho.
_ Você já pensou em leva-los a um Psicólogo, sei lá, de repente um psicólogo poderia ajudar... iria orientar você em como lidar melhor com seus filhos e iria ajuda-los também, já pensou? Um psicólogo sempre ajuda!
_Você pode atender eles pra mim, mãe?

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